Na Região Sul, os Fundos Solidários também ficaram conhecidos como Fundo Mini Projetos e Fundo de Apoio a Pequenos Projetos Comunitários. A principal característica desta modalidade é que, diferentemente dos Fundos Rotativos Solidários, ele é gerido por uma entidade (religiosa, ONG, sindical, etc). Esta entidade, apoiada por um Conselho ou Comitê Gestor (adquire formas diferentes de constituição conforme a entidade a qual está ligado) estabelece os critérios a fim de selecionar os projetos e grupos que serão beneficiados pelos recursos do Fundo, divulgam estes critérios através de editais, chamadas públicas, avisos (jornais, folders, internet, rádios comunitárias, etc.), aprovam e repassam os recursos para os projetos selecionados. Estes Fundos tem diversas práticas de devolução dos recursos repassados aos projetos.
Aqui, o beneficiários do Fundo não é o gestor do Fundo.